Em meados do ano passado, o presidente Joe Biden anunciou cortar as emissões de carros e caminhões, ao mesmo tempo trabalhando para tornar os EUA um lÃder em veÃculos elétricos, adiante da China. Na ocasião, General Motors, Ford e Stellantis, subsidiária da Chrysler informaram, em comunicado conjunto, que esperavam chegar até quase metade das suas vendas em elétricos até 2030.
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As três montadoras, entretanto, afirmaram que as metas agressivas de mercado só serão possÃveis com bilhões de dólares em investimentos públicos. A Tesla, que praticamente inaugurou o segmento, não foi convidada ao evento.
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A Hyundai disse apoiar a meta mundial de 40% a 50%, enquanto a Nissan afirmou que suas metas são maiores que suas vendas nos EUA até 2030. A Toyota disse que vai fazer âsua parteâ: a meta é que, em 2030, 3,5 milhões dos 10 milhões de veÃculos produzidas pela empresa japonesa serão elétricos A empresa de consultoria AlixPartners afirma que os investimentos em veÃculos elétricos pode chegar a US$ 330 bilhões de dólares até 2030.
De acordo com a Pew Research Center, 7% dos adultos nos Estados Unidos já têm um carro elétrico ou hÃbrido e 39% disseram que considerariam um deles quando for trocar de modelo
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Veja o que já enviamosDesde 2020, quase 1.8 milhão de veÃculos elétricos foram registrados nos EUA, mais do que três vezes no que em 2016. Os modelos chamados veÃculos todo elétricos é a categoria que mais cresce. O número total deles saltou de 300 mil em 2016 para mais de 1.1 milhão no ano passado.
Mas os EUA representam apenas o total de 17% dos 10.3 milhões. A China tem 44% de todos os carros elétricos do mundo, mais de 5 milhões e quase 3.2 milhões a mais do que a Europa, o que representa 31%.
O crescimento maior vem se dando na Europa: um crescimento anual composto de 60% 2016 a 2020, comparado a 35% na China e 17% nos EUA.
No ano passado, quase três quartos de todos os carros vendidos na Noruega e metade da Islândia foram elétricos e as de vendas de carros elétricos de longe batem as taxas em todos os 31 paÃses onde são vendidos, segundo a Pew.
Mas as montadoras estão preocupadas. Pode não haver baterias para todos os veÃculos planejados para lançamentos.
A Panasonic também produz baterias no Japão e China, e planeja modar suas fábricas para uma joint-venture com a Toyota. Seus clientes incluem ainda Honda e Ford.
Está todo mundo correndo atrás, incluindo paÃses como a Hungria. A Samsung começou a produção naquele paÃs no ano passado.
Aumentar a produção destas baterias não apresenta apenas mercados domésticos. Representa uma oportunidade para a Europa, e uma segurança de fornecimento, para uma tecnologia central na transição para a energia limpa.
Não é fácil estabelecer um novo setor econômico e certamente desafios no desenvolvimento de uma rede de fornecedores vai ser maior do que se imagina.
