O Relatório Luz â estudo que analisa a situação do Brasil na implementação dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas – vai dedicar páginas à arte ativista na sua edição 2023. O edital âOlhares do Brasilâ está aberto para selecionar obras para ilustrar a a publicação, um dos mais importantes relatórios sobre os direitos humanos no do paÃs. As inscrições estão abertas até o dia 6 de novembro, e podem ser feitas no site do Instituto de Desenvolvimento e Direitos Humanos (IDDH), que organiza o chamado público.
As pessoas candidatas devem ser, acima de tudo, defensoras dos direitos humanos â no edital, há mais informações sobre os demais pré-requisitos. A seleção vai contemplar trabalhos das mais diversas linguagens artÃsticas: pintura, desenho, fotografia, arte digital, abstrata, contemporânea, ilustração, colagem, entre outras. Mas os artistas e as artistas precisam apontar, no ato da inscrição, quais Objetivos de Desenvolvimento Sustentável estão representados em suas obras.
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Veja o que já enviamosO Relatório Luz é um documento produzido anualmente pelo Grupo de Trabalho da Sociedade Civil para a Agenda 2030 â uma coalizão formada por mais de 50 organizações não governamentais, movimentos sociais, fóruns e fundações brasileiras. Na sua sexta edição, divulgada em junho de 2022, o estudo revelou um paÃs em acelerada deterioração das polÃticas públicas para o desenvolvimento sustentável: as metas em retrocesso aumentaram de 92 para 110 e as com progresso insuficiente passaram de 13 para 24.
O grupo encarregado da sétima edição do Relatório Luz escolherá as 17 obras que melhor traduzirem o ativismo e a luta pelos direitos humanos. As peças virão a público em junho de 2023, no Fórum PolÃtico de Alto NÃvel Sobre Desenvolvimento Sustentável de 2023. âEm tempos como o que estamos vivendo, nossa arte é a forma mais sincera e intensa de expressão a favor dos Direitos Humanos. A arte é quem nos acompanha em qualquer etapa do desenvolvimento da sociedade. Com ela, podemos lançar luz sobre quais mudanças desejamos para o mundoâ, avalia Fernanda Lapa, diretora-executiva do IDDH.
