O novo Boletim InfoGripe, da Fiocruz, indica manutenção do sinal de queda no número de novos casos semanais de SÃndrome Respiratória Aguda (SRAG) no paÃs, com valores semanais muito acima do nÃvel considerado muito alto. Entre as ocorrências com resultado positivo para os vÃrus respiratórios, 97,4% dos casos e 99,3% dos óbitos se deram em consequência do novo coronavÃrus. Todas as regiões encontram-se na zona de risco e com número de casos semanais e de óbitos por SRAG e Covid-19 acima do valor considerado muito alto com base no padrão histórico.
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Veja o que já enviamosA análise é referente à Semana Epidemiológica 35, que compreende o perÃodo de 23 a 29 de agosto. O coordenador do InfoGripe, Marcelo Gomes, chama atenção para que, embora a maioria das capitais esteja com sinal moderado (acima de 75%) ou alto (acima de 95%) de queda ou estabilidade no longo prazo, o cenário exige cautela em decorrência dos sinais de estabilidade no curto prazo. âPrincipalmente nas capitais em que a tendência de longo prazo também apresenta sinal de estabilidade em valores que ainda se configurem como relativamente altos. Capitais que passaram por longo perÃodo de queda e se encontram com tendência de estabilidade requerem atenção especial para evitar uma possÃvel retomada do crescimento, como observado em semanas anterioresâ, ressalta o pesquisador.
à o caso de Belém, Macapá, Palmas, Maceió, Recife, São LuÃs e Rio de Janeiro.  Até o momento, nenhuma dessas capitais voltou à tendência de queda contÃnua desde a estabilização ou retomada do crescimento observada. âEm João Pessoa, Maceió, Recife, Salvador e Vitória, a tendência de longo prazo apresenta tendência moderada de alta, probabilidade maior que 75%, sendo que em João Pessoa e Salvador essa tendência também se observa no curto prazo, o que recomenda atenção redobradaâ, alerta Gomes.
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A análise de tendência dos casos semanais de SRAG até a última semana para as macrorregiões de saúde, com base no municÃpio que registrou o caso, mostra que 19 das 27 unidades federativas (18 estados e o Distrito Federal) observa-se tendência de curto e longo prazo com sinal de queda ou estabilização em todas as respectivas macrorregiões de saúde. Nos demais oito estados, Pará, Alagoas, Ceará, ParaÃba, PiauÃ, Minas Gerais, São Paulo e Rio Grande do Sul, há pelo menos uma macrorregião de cada estado com tendência de curto e/ou longo prazo com sinal moderado (probabilidade > 75%) ou forte (probabilidade > 95%) de crescimento.
*Agência Fiocruz de NotÃcias
[g1_quote author_description_format=”%link%” align=”none” size=”s” style=”solid” template=”01″]A série #100diasdebalbúrdiafederal terminou, mas o #Colabora vai continuar publicando reportagens para deixar sempre bem claro que pesquisa não é balbúrdia.
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