A combinação de beleza e miséria tem o dom de transformar o semiárido brasileiro num perverso cartão-postal. A falta de chuva potencializa uma miséria endêmica, que não poupa gente, bicho ou planta. ImpossÃvel saber quando começa ou termina uma seca. Ela simplesmente não acaba â atravessa dias, meses, anos. Um cotidiano sofrido que mistura escassez de água e abundância de luz. Clique ou toque na imagem para ver a fotogaleria. Se estiver usando o celular prefira a visualização horizontal.
Terra seca
Quixadá - Estiagem no reservatório conhecido como Açude da Pista, que abastecia moradores da comunidade Engano, no distrito de Riacho Verde, em Quixadá, sertão central do Ceará.
O semiárido brasileiro em fotos da mostra 'Da abundância à excassez', no Museu do Amanhã
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Formada em Jornalismo pela Escola de Comunicação da UFRJ. Especializada em Economia e Meio Ambiente, trabalhou nos jornais âFolha de S.Pauloâ, âO Globoâ, âJornal do Brasilâ, âO Diaâ e na revista âIstoÃâ. Ganhou o 5º Prêmio Imprensa Embratel com a série de reportagens âMáfia dos fiscaisâ, publicada pela âIstoÃâ. Tem MBA em Responsabilidade Social e Terceiro Setor pela Faculdade de Economia da UFRJ. Foi editora do âBlog Verdeâ, sobre notÃcias ambientais no jornal âO Globoâ, e da revista âAmanhãâ, no mesmo jornal â uma publicação semanal sobre sustentabilidade. Atualmente é repórter e editora do Projeto #Colabora.
